Depois do encerramento da belíssima olimpíada de Pequim, surgem as comemorações ou reclamações referentes ao desempenho das delegações.

Existem alguns rankings com quadro de medalhas por aí. O oficial leva em conta o numero de medalhas de ouro, prata e bronze, nesta ordem. Veja o quadro publicado no Uol, aqui.

Os EUA estão colocando em evidencia uma outra estatística: o numero total de medalhas. Isso os colocaria na frente dos chineses que ganharam 100 medalhas contra 110 dos americanos. A China, no entanto, levou o ouro em 51 provas contra 36 dos EUA o que deixa o país sede como campeão geral de acordo com a estatística oficial.

Eu acabei de ver um outro olhar sobre assunto. O blog O Primo publicou uma referencia com aproveitamento de medalhas por atleta que mudaria totalmente o ranking geral. Veja o ranking neste post

No meu ponto de vista, ambos rankings não levam em consideração a delegação olímpica que o país leva. Nivela, por baixo, países com meia dúzia de atletas com delegações com mais de 200 atletas. Sendo assim, poderiam criar uma lista atribuindo pontos para os critérios:

  1. Participação na categoria (2 pontos)
  2. Medalha de bronze (5 pontos)
  3. Medalha de prata (7 pontos)
  4. Medalha de ouro (10 pontos)

Não sei se eu conseguiria fazer esse levantamento para comparar com as listas já feitas, mas seria muito interessante.

De qualquer forma, isso não muda a qualidade desses jogos. Os chineses fizeram um bom trabalho e estabeleceram um novo padrão para as olimpíadas futuras.

Em termos de Brasil eu destaco positivamente o nadador Cesar Cielo que conquistou o ouro inédito para a natação e Maurren Magi que deu a volta por cima e ganhou a primeira medalha de ouro individual feminina do Brasil.

A grande decepção ficou com a seleção de vôlei. Bernadinho fez o que deu na telha, brigou, mandou e desmandou e no fim, favorito que era, deixou o ouro escapar. Hora de um novo ciclo olímpico. Volta Ricardinho!!!

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